GESTAR II CARIÚS -CE

GESTAR II CARIÚS -CE

terça-feira, 15 de junho de 2010

Passos para uma boa produção textual

Fernanda Vaz Ferreira
Professora professora
Escola Municipal Nossa Senhora Aparecida
Ipameri - GO
 
Passos para uma boa produção textual
·                                 Número de educadores que participaram das oficinas: 20
·                                 Número de escolas que participaram das oficinas: 6
·                                 Número de municípios que os participantes atuam: 1
 
 
 
 
O objetivo das oficinas é saber o que são seqüências didáticas,para que servem e como usá-las para produção de gêneros textuais.
 
É de suma importância trabalhar com seqüência didática. Trata-se de um conjunto de regras importantes para podermos ensinar um determinado conteúdo. Precisamos chamar a atenção dos alunos para os fatos que os motivaram a escrever as produções textuais.
 
É de grande importância o professor esclarecer todas as dúvidas dos alunos antes de pedir para eles escrever um texto. O esclarecimento ajudará na hora da escrita, porque quando se trabalha oralmente o aluno, na maioria das vezes, sente maior facilidade de relatar o que pensa, o que entende. Ao contrário de quando escreve, pois o aluno se perde no meio de tantas palavras, e acaba deixando o texto confuso e de difícil interpretação.
 
Ao se trabalhar um gênero textual o professor deve levar em conta o que realmente ele quer com o texto proposto. Em primeiro lugar o professor deverá ter familiaridade com o que vai ser trabalhado para poder apresentar o texto ao aluno e posteriormente verificar se o aluno tem conhecimento sobre o assunto.
 
Podemos aprender pelas oficinas que se o professor tem uma seqüência didática como : atividades, brincadeiras e perguntas para verificar o que eles entendem do assunto entre outros, conseqüentemente facilitará o desempenho do aluno.
 
A seqüência didática inclui todo conteúdo a ser trabalhado passo a passo, tudo planejado nos mínimos detalhes de maneira a facilitar o aprendizado.
 
O professor deve propor aos alunos que façam pequenos grupos, onde ele entregará vários exemplares diferentes mas com o mesmo tema. Em grupo os alunos poderão conversar e refletir sobre o assunto, onde vão anotar o que entenderam para posteriormente apresentar as idéias ao restante da turma.
 
Não podemos esquecer que por mais difícil que seja trabalhar em grupo, este continua sendo a melhor maneira ,pois há uma união de idéias a serem refletidas, que facilitará o desempenho da criança.
 
Na oficina 2 podemos perceber claramente a importância de se trabalhar com gêneros textuais de maneira planejada, tendo sempre em mente qual é o objetivo do estudo, o que pretendo ensinar e a que conclusões eu quero chegar. Lembrando que: gêneros textuais são grupos de textos, que formam "famílias".
 
Um trabalho bem feito, com certeza será mais eficaz e trará melhores resultados.Vale ressaltar que o professor deverá fazer várias intervenções durante o trabalho,para que o aluno possa ter a certeza de que está sendo claro e objetivo.A dedicação com certeza é a melhor solução para um bom trabalho.

MEMÓRIAS LITERÁRIAS

MEMÓRIAS LITERÁRIAS

O aluno autor de memórias literárias

Narrar memórias é uma habilidade que se aprende. Depois de recolher memórias das pessoas mais velhas da comunidade, os alunos podem reconstruir/recriar essas memórias, sem precisar fazer uma transcrição exata da realidade, pois o ato de narrar é sempre uma criação. Quando se narra um acontecimento de forma literária, o imaginário do narrador atua sobre as memórias recolhidas transformando-as. Ao transformá-las procurando dar-lhes uma "vida" da qual o leitor possa compartilhar, o narrador destaca alguns aspectos mais envolventes e suprime outros.

A aventura de escrever memórias literárias é uma experiência muito rica. A princípio parece não ser fácil, mas, com a ajuda do professor, os alunos poderão aprender a ler e escrever esse gênero de texto tão importante para sua formação.
Publicado na Comunidade Escrevendo o Futuro


À medida que escreve seu texto, o escritor-autor-narrador organiza as vivências rememoradas e as interpreta, usando uma linguagem específica - a literária. Nas memórias literárias, o que é contado não é a realidade exata. A realidade dá sustentação ao texto escrito, mas esse texto é constituído, também, por uma certa dose de inventividade. Por um lado, as memórias literárias se aproximam dos textos históricos quando narram a realidade vivida; por outro lado, aproximam-se do romance porque resultam de um trabalho literário

CRÔNICA

CRÔNICA

A crônica é um texto de caracter reflexivo e interpretativo, que parte de um assunto do quotidiano, um acontecimento banal, sem significado relevante.

É um texto subjetivo, pois apresenta a perspectiva do seu autor, o tom do discurso varia entre o ligeiro e o polêmico, podendo ser irônico ou humorístico.

É um texto breve e surge sempre assinado numa página fixa do jornal.

CARACTERÍSTICAS DA CRÔNICA

O discurso

Texto curto e inteligível (de imediata percepção);
Apresenta marcas de subjectividade – discurso na 1ª e 3ª pessoa;
Pode comportar diversos modos de expressão, isoladamente ou em simultâneo:
- narração;
- descrição;
- contemplação / efusão lírica;
- comentários;
- reflexão.

Linguagem com duplos sentidos / jogos de palavras / conotações;
Utiliza a ironia;
Registo de língua corrente ou cuidado;
Discurso que vai do oralizante ao literário;
Predominância da função emotiva da linguagem sobre a informativa;
Vocabulário variado e expressivo de acordo com a intenção do autor;
Pontuação expressiva;
Emprego de recursos estilísticos.

A temática

Aborda aspectos da vida social e quotidiana;
Transmite os contrastes do mundo em que vivemos;
Apresenta episódios reais ou fictícios.

(A crônica pode ser política, desportiva, literária, humorística, econômica, mundana, etc.)

Agenda da oficina extra- Gêneros textuias

 



PREFEITURA MUNICIPAL DE CARIÚS – CE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR –II
AGENDA DE TRABALHO DA 15ª OFICINA – EXTRA
GÊNEROS TEXTUAIS – MEMÓRIAS, CRÔNICAS E POEMAS.
DATA: 18 /05/2010

08h00min: Acolhida – Textos em áudio: Por parte de pai – Memórias literárias, A última crônica – crônica, Emigração e as conseqüências – poema.
08h30min: Apresentação e discussão do conteúdo da oficina.
08h45min: Produção textual (desenho).
08h55min: Compartilhamento de lembranças em grupos.
09h10min: plenária socialização das reflexões (um orador por grupo).  
09h20min: Seqüência didática – teste.
09h35min: Leitura comentada do texto seqüência didática.                       
10h00min: Analise de uma síntese da seqüência didática.
10h10min: Construção de um texto coletivo - o lugar onde vivo.
10h50min: Socialização das reflexões sobre o texto coletivo.
11h00min: Revisão do texto em grupos (roteiro para revisão)
12h00min: Encerramento e frequência.


Fotos apresentação da atividade sobre Literatura para Adolescente

fotos da apresentação do Avançando na Prática

Relatório da Oficina de Literatura para Adolescente

RELATÓRIO DA 14ª OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA UNIDADES 24 DO TP6 E UNIDADE 04 DO TP1 DO PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM – GESTAR II
A OFICINA FOI REALIZADA NO DIA DE ABRIL DE 2010, NA CIDADE DE CARIÚS, ESTADO DO CEARÁ.

 1. A oficina teve como tema: Literatura para adolescente.

2. O encontro teve inicio às 8:00h da manhã no Salão Paroquial o qual foi introduzido com a leitura do poema “A valsa” de Casimiro de Abreu e,  em seguida, houve análise e discussão dos principais conteúdos das unidades estudadas que objetivaram avaliar o envolvimento do professor com o que os alunos lêem, conhecer as principais tendências na produção de uma literatura para adolescentes e critérios de seleção de obras e desenvolver atividades de despertar o aluno para o prazer e o valor da literatura.

3. No segundo momento, os cursistas apresentaram como desenvolveram o “Avançando na Prática” com apresentação de cartazes, atividades de alunos e relatórios reflexivos.

4. No terceiro momento realizei com os cursistas uma dinâmica que tinha o objetivo conhecer o que os cursistas lêem e estimular o acesso à literatura, após a conclusão da dinâmica, a turma foi dividia em grupos para a realização das atividades da oficina.

5. Cada equipe planejou uma aula partindo das informações abaixo:
 Objetivo: Despertar o interesse do aluno pela literatura.

a)Selecione obras literárias que sejam de interesses dos adolescente.
b) de cada obra, você vai imaginar a melhor forma de motivar os alunos apara a leitura.
c) pense na importância de variar a apresentação: por exemplo, de uma obra, é interessante falar das personagens; de outra, é mais motivador falar rapidamente do assunto; de outra, a capa e o título criam boas expectativas para a história.
d) Planeje sua aula, motivando os alunos para a leitura das obras.

6. Os cursistas avaliaram a oficina através de um pequeno poema intertextualizando “A valsa” de Casimiro de Abreu.

   7. Para finalizar, apresentei dois slides divertidos sobre intertextualidade, comuniquei que concluímos as oficinas dos TPs, e que a próxima oficina será a primeira oficina extra.

FRANCISCA LIDIANA DA SILVA
FORMADORA DE LÍNGUA PORTUGUESA


MARA DALILA ANTUNES DA COSTA
COORDENADORA