GESTAR II CARIÚS -CE

GESTAR II CARIÚS -CE

terça-feira, 23 de março de 2010

11ª OFICINA VARIANTES LINGUÍSTICAS

11ª Oficina

TP1 UNIDADES 01 E 02
LINGUAGEM E CULTURA 


VARIANTES   LINGUÍSTICAS



Registros


Norma culta


Produção de cordel


Produção de paródias


Dramatização


Simulação de discurso


Dinâmica de divisão de grupos


Dinâmica de avaliação


Os principais dialetos do Português.

O dialeto culto é o de maior prestígio por ser usado em situações de maior formalidade.


O popular de menor prestígio usado em situações coloquias e que exigissem menor formalidade.

As variações da língua são de duas ordens:1- as variantes comuns a um grupo, chamadas dialetos;
2- as variantes do uso de cada sujeito, na situação concreta de interação, chamadas registros.

As línguas variam de região para região, de grupo social para grupo social, de situação para situação.
VARIANTE GEOGRÁFICAS:

são variantes deste grupo:dialetos regionais, dialeto rural, dialeto urbano

VARIANTES SOCIAIS ( OU SOCIOCULTURAIS
 
a) Variante de classe social: língua popular e língua culta. “ O CONHECIMENTO DOS DOIS DIALETOS

b) Variantes de sexo: língua dos homens e língua das mulheres.

c) variantes de idade: língua das crianças, língua dos adultos, língua da juventude .

O QUE É NORMA ?

É a forma de cada grupo usar a sua língua.



Linguagem popular, linguagem literária, linguagem erudita, linguagem vulgar, etc.


“A norma é realização coletiva do sistema”.



 
Norma Padrão X Norma culta

 

Idioleto X Dialeto


 
Linguagem formal
X

Linguagem “ColoquiaL



( CULTO E POPULAR) PERMITIRÁ AO ALUNO TER RESPEITO PELAS VARIEDADES LIGUISTICAS DE SEUS COLEGAS E COMPRENDER O SEU MUNDO E O DOS OUTROS “

11ª OFICINA LÍNGUA CULTA E LÍNGUA COLOQUIAL

LÍNGUA CULTA E LÍNGUA COLOQUIAL



Já vimos que, convencionalmente, considera-se como “correta” a língua utilizada pelo grupo de maior prestigio social. Essa é a chamada língua culta, falada escrita, em situações formais, pelas pessoas de maior instrução. A língua culta é nivelada, padronizada, principalmente pela escola e obedece à gramática da língua-padrão.


A língua coloquial, por outro lado, é uma variante espontânea, utilizada, mas relações informais entre dois ou mais falantes. É a língua do cotidiano, sem muita preocupação com as normas. O Falante, ao utiliza-la, comete deslizes gramaticais com freqüência considerável. Outra característica da língua coloquial é o uso de constantes de expressões populares, frases feitas, gírias etc. Fazendo uma comparação entre a língua culta e a língua coloquial, é possível constatar que, em certos aspectos, as diferenças entre as duas são bastante evidentes, mas, em outros, os limites não são tão claros, ficando difícil, nesses casos, definir uma “fronteira” entre o que é culto e o que é coloquial.


No quadro que segue, estão as diferenças que mais facilmente podem ser observadas:


USO COLOQUIAL/POPULAR USO CULTO


Pronuncia mais descuidada de certas palavras e expressões: nóis, oceis, tá bão, num vô, num quê Maior cuidado com a pronúncia: nóis, vocês, está bom, não vou, não quer.


Não utilização das marcas de concordânci.a Ex: Os meninos vai/vão bem. Uso regular da forma nós.


Uso constante de a gente no lugar de nós. Raro uso dessas expressões.


Mistura de pessoas gramaticais. Ex: Você sabe que te enganam. Uniformidade no uso das pessoas gramaticais.Ex: Você sabe que o enganam. Tu sabes que te enganam.


Uso “livre” da flexão dos verbos. Ex: Se ele fazer; enganam. Utilização da flexão verbal conforme as normas gramaticais. Ex: Se ele fizer, se ele puser.


Uso de gírias. Não utilização de gírias.






De Pau-Brasil


Oswald Andrade


Vício na fala:






Para dizerem milho dizem mio


Para melhor dizem mió


Para pior pió


Para telha dizem teia


Para telhado dizem teiado


Pronominais:






Dê-me um cigarro


Diz a gramática


Do professor e do aluno


E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco


Da Nação Brasileira


Dizem todos os dias


Deixa disso camarada


Me dá um cigarro






Estou preocupado. (norma culta)


Tô preocupado. (língua popular)


Tô grilado. (gíria, limite da língua popular)



A oralidade na sala de aula - 11ª OFICINA - VARIANTES LINGUÍSTICAS

PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR –II



ATIVIDADE DO TP1 UNIDADES 01 E 02


A oralidade na sala de aula


Muitos alunos têm dificuldade de escrever pelo fato de o fazerem como falam. Por isso, a escola deve trabalhar a oralidade, mostrando as diferenças e semelhanças entre estas duas modalidades lingüísticas, fala e escrita.


O educando precisa saber que para a língua falada, não existe uma gramática pronta e que há diferenças léxicas na constituição de textos falados e de textos escritos, uma vez que a escrita possui palavras mais longas, um vocabulário mais variado e mais adjetivos atributivos.


Além disso, segundo Fávero (1999), professor deve reforçar a noção de que a interação da fala é face a face e da escrita é à distância, por isso a fala não é previamente planejada e a escrita sim. A escrita pode ser revisada e a fala não admite apagamento, ao se escrever podem ser feitas consultas e ao falar não. A fala mostra seu processo de criação e a escrita mostra o resultado.


SUGESTÕES PARA O TRABALHO COM A ORALIDADE EM SALA DE AULA


É importante ressaltar que os estudos gramaticais não devem ser abandonados. Pelo contrário, precisam ser trabalhados de forma a ampliar a capacidade comunicativa do aluno. Para isso, o professor deve partir da produção e da recepção de textos, porque é no texto que as palavras ganham sentido. O texto dá ao aluno um panorama geral da língua em funcionamento e não um panorama fragmentado.


As sugestões de atividades que seguem privilegiam o trabalho com textos, embora não se deva esquecer de que o trabalho com a gramática teórica, segundo Travaglia (2001), deve ser utilizado como um recurso a mais no desenvolvimento da capacidade comunicativa do aluno. Para o autor, o conhecimento da gramática teórica é importante, já que permite ao aluno conhecer a língua como uma instituição social.


A visão corrente em relação à concordância verbal é que quem não a domina, não domina o padrão culto da língua. Porém, até pessoas cultas, ao falarem, deixam de empregar, por vezes, regras de concordância de verbal. Como já foi dito, o aluno precisa reconhecer que há diferença entre a fala e a escrita e que a falta de concordância verbal nem sempre é aceita, principalmente na escrita.


1) Reflita a respeito da música “Inútil” interpretada pela banda “Ultraje a rigor”, respondendo às questões abaixo:














Inútil


A gente não sabemos escolher presidente


A gente não sabemos tomar conta da gente


A gente não sabemos nem escovar os dente


Tem gringo pensando que nóis é indigente


(Refrão)


Inútil


A gente somos inútil


A gente faz carro e não sabe guiar


A gente faz trilho e não tem trem pra botar


A gente faz filho e não consegue criar


A gente pede grana e não consegue pagar


(Refrão)


A gente faz música e não consegue gravar


A gente escreve livro e não consegue publicar


A gente escreve peça e não consegue encenar


A gente joga bola e não consegue ganhar


a) Há nessa música alguma ocorrência inadequada em relação ao padrão culto da língua? Justifique:


b) Há nessa música particularidades em relação à concordância do verbo. Qual a intenção do autor ao utilizar esse recurso?


c) A música “Inútil” se aproxima da língua falada. Justifique essa afirmação.


d) Reescreva essa letra, transformando-a no padrão culto da língua.


e) Ao realizar a transformação, a mensagem da música perdeu seu significado? Justifique.


2) O texto que segue se refere a sujeitos no plural, reescreva-os fazendo referência ao sujeito no singular. Faça as alterações necessárias.


Ônibus de torcedores, vindos principalmente do Rio de Janeiro, serão fiscalizados pela Polícia Militar e poderão ser apreendidos se forem encontrados fogos de artifício, armas, bebida alcoólica, drogas, paus ou bambus. Os integrantes das caravanas serão levados para a 93ª DP e impedidos de assistirem ao Fla-Flu de hoje à noite, no Estádio da Cidadania.


Pelo critério armado pela PM, os primeiros ônibus a deixarem a cidade serão os alugados pela torcida que sair vencedora do clássico. Meia hora depois partem os ônibus dos perdedores.


(Diário do Vale, 21/09/2005).










3) O texto que segue é a reprodução da língua falada. A fala coloquial, por vezes, apresenta a não concordância verbal. Observe no texto abaixo as inadequações no que se refere a esse aspecto e faça as devidas correções.


Tava tendo um baile na pracinha


Daí veio dois homens de carro


E chegou uma moto e bateu no carro


Os cara da moto caiu e teve fratura


Daí levaram os homens pro médico


Após esses exercícios, o professor deverá explicar que os indivíduos no uso da fala coloquial, tendem a não fazer a concordância do verbo. Entretanto, um texto escrito na modalidade formal não admite esse fenômeno.


Os erros de pontuação são bastante freqüentes e acarretam problemas de compreensão do texto. O papel do professor é levar o aluno a entender que o uso inadequado da pontuação pode prejudicar o sentido do texto. Na fala, a pontuação é representada pela pausa na respiração e entonação da voz.


Selecionar uma notícia de jornal e a copiar sem usar sinais de pontuação. Trocar as notícias com seus colegas, ou seja, pontuar a notícia do outro. Em seguida, comparar o texto redigido com o original e observar as diferenças e os motivos pelos quais utilizaram ou não determinado sinal de pontuação.


Os erros mais freqüentes de ortografia são os de identificação entre fonemas e letras; os decorrentes da influência do aluno (subjetivo) e os decorrentes do modo de pronunciar as palavras. A ortografia faz parte de uma convenção, os países que falam o mesmo idioma se reúnem e decidem como serão grafadas as palavras por meio e uma convenção ortográfica. Na elaboração de um texto, que tem objetivo de seguir a norma culta, a não observação da ortografia correta diminui a credibilidade do redator. Sendo assim, é importante que o trabalho com a língua portuguesa também vislumbre tarefas que colaborem para a sedimentação das regras ortográficas em benefício da boa comunicação.


1) Reescreva o texto que segue, eliminando a grafia inadequada de acordo com a modalidade culta da língua.






Era uma vez um robo que se chamava pinoque.


Um dia um homem comesou a tamformar um pinoqueo que seria seu filho querido. ia da uma dedicasão para ele ele foi a escola estuda.


E seus amigos comesou a ri dele cassou dois amigo na rua e covidou ele para ir para um cinema. Seu pai falou com ele nais ele não obedeseu falou netira seus nariz queceu.


Ele nunca mais falou netirar virou uma pessoa e seu amigo comesou a gosta dele.


Embora saibamos que, de acordo com Koch e Travaglia (2002), a coesão não garante a coerência, esse também constitui um aspecto importante para o processamento adequado do texto, ou seja, para que ele seja compreendido. Isso se deve ao fato de a coesão estar relacionada à clareza das idéias. Sendo assim, é relevante que se trabalhem atividades que levem os alunos a refletirem sobre os conceitos de coesão e de coerência e a evitarem alguns erros comuns na redação de textos, como a existência de orações incompletas e sem conexão; escolha inadequada de elementos de ligação; ambigüidade de referência anafórica. Observemos a sugestão que segue:


1) Reescreva o texto abaixo com a finalidade de torná-lo mais objetivo. Para isso, elimine as redundâncias, pontue-o e reordene-o, se necessário.


Observação: caso existam erros ortográficos, eles poderão também ser corrigidos.


CONCLUSÃO


Diante do que foi apresentado, pode-se concluir que o ensino tradicional tende a trabalhar apenas com a modalidade culta escrita da língua, não considerando a língua falada. Para isso, utiliza frases soltas, desconsiderando a situação comunicativa. Já a Lingüística Aplicada valoriza o trabalho com o texto e com as diversas variedades lingüísticas, tornando o estudo gramatical uma prática textual-discursiva, o que facilita a compreensão e a utilização adequada da língua.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


BAGNO, Marcos. Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Parábola, 2004.


TEXTO RETIRADO DE UM SITE  E ADAPTADO PARA A OFICINA DO GESTAR II

ATIVIDADE DA 11ª OFICINA VARIANTES LINGUÍSTICAS - CARTA DO ALFREDÃO

Leia a carta do Alfredão e discuta o problema de comunicação que houve. Porque os interlocutores não partilhavam o mesmo código.


Alfredão é um rapaz simpático, sociável e adora viajar. Numa de suas viagens ao interior, um inesperado acidente com o carro, obriga-o a ficar no mato. Por sorte, um fazendeiro socorreu-o, dando-lhe abrigo. Com o auxílio do fazendeiro, Alfredão pôde retornar à sua cidade. Já em casa, o moço felicíssimo pela ajuda que recebera, resolveu agradecer ao fazendeiro, através da seguinte carta:


Carta do Alfredão:







“Paz e amor, bicho...você me amarrou na sua cara legal, muito barra- limpa. Achei jóia sua, quando sacou que eu estava na pior, com minha máquina transando no meio do mato, dentro daquele breu. O envenenamento do meu carango sempre me deixa baratinado e você ligou bacana, levando-me para o seu habitat. No dia seguinte, com colher de chá que você me deu com o seu trator, consegui emplacar no asfalto e batalhar firme uma carona até conquistar a metrópole.


Como não pudemos transar melhor, espero você para vir moitar uns dias comigo em minha lona legal, onde poderemos curtir fino papo com a turma ou transar com as doidonas das motocas, com suas calças apertadas e blusas transparentes. Você poderá ir comigo para uma discoteca ou um inferninho e tenho certeza, adorará a onda do travoltismo.


Curtiremos um som jóia ou sacaremos umas minas no asfalto, para um programa bem legal. Fique na minha, você vai gamar.


Do chapa, Alfredão




Resposta do Bertolino:

Senhor Alfredão,



Não entendi bulhufas de sua carta, é muita confusa e estou muito aborrecido por você começar me chamando de bicho, quando fui seu amigo sem o conhecer. Além do mais, devo dizer-lhe que sou macho pra burro. Se quiser experimentar, volte aqui, seu cachorrão. Não amarrei você em coisa alguma o que fiz foi tratá-lo como gente civilizada. Se você achou alguma jóia aqui, deveria ter entregue à dona da casa. O que você praticou é caso de roubo. Outra coisa errada a sua, não tirei você de nenhum breu. Isso aqui não existe. Acho que você está meio tantã. Também não lhe dei nenhuma colher de chá. Se por acaso você levou alguma coisa, que e pelo que eu senti, é costume em você, pode ficar com ela de recordação.


Gostaria de saber quem foi o cretino que jogou veneno no seu carro, pois se foi algum empregado meu, vou mandá-lo embora. Aqui tem curtume e não vou sacrificar minhas aves para dar o papo você. Quanto a ir para o inferno com você, pode ir sozinho. Sou muito religioso, inferno é feito para gente igual a você. O tal de negócios de minas e jóias não serve para mim. Nunca tive gosto nem tempo para bancar o garimpeiro. Também não sou marinheiro e não entendo de ondas.


Olha, moço, eu aqui sou muito conhecido e respeitado por todos. Pelo Juiz, pelo Padre, por políticos e pelo povo. Nunca alguém me chamou de bicho ou por outro nome de animais. Vê se me respeita, moço.






Bertulino





FOTOS DA ATIVIDADE EM GRUPOS DA 10ª OFICINA

FOTO DO AVANÇANDO NA PRÁTICA - 10ª OFICINA

10ª Oficina Revisão e edição de textos

10ª Oficina

TP1 UNIDADE 03

TP6 UNIDADE 23


TEXTO

REVISÃO E EDIÇÃO
 
CONTEÚDOS TRABALHADOS

Conceito de texto
Texto ilustrado


Texto oral


Texto verbal


Texto coletivo


Estratégias de revisão de texto

TEXTO: é toda e qualquer unidade de informação, no contexto da enunciação.



O texto pode ser oral ou escrito, literário ou não literário,verbal e não- verbal.

"Nas curvas do teu corpo capotei meu coração.”
A – Você considera que essa frase constitui um texto? Justifique.

B – Que características ou recurso usado pelo autor chamou sua atenção nessa frase?


A edição é a etapa em que se revisa mais uma vez o texto para produzir a última versão. Nesta etapa, há uma apropriação diferenciada da noção de audiência, de suporte, coerência e coesão. Fazem- se os últimos retoques, verificando-se a forma, inclusive de ortografia e pontuação, etc.



Se, por exemplo, existe alguma dúvida quanto à organização de dado trecho do texto, o autor é capaz de definir enquanto escreve ou no processo de revisão uma questão como “isto não está claro, não é suficiente”, o que o levaria a “reelaborar de forma mais clara”.



A última etapa do processo de composição, denominada edição, envolve os reajustes finais visando à acuidade: é a hora de polir mais uma vez aspectos de coesão e coerência, a pontuação, a ortografia segundo as convenções estabelecidas.



Procedimentos de que ajudam o aluno a verificar o texto durante a revisão:







Frases de avaliação:


a) as pessoas não vão entender por que é importante;


b) as pessoas podem não acreditar nisso;


c) as pessoas não vão se interessar muito por esta parte;


d) eu acho que poderia dizer isto de forma mais clara;


e) as pessoas vão se interessar por esta parte;


f) isto está bom;


g) esta é uma frase útil;


h) estou fugindo do assunto principal;


i) até mesmo eu estou confuso com o que quero dizer;


j) isto não soa bem.


Frases diretivas:



a) vou deixar assim mesmo;


b) vou tirar essa parte do texto;


c) vou dar um exemplo;


d) vou escrever esta parte de outra forma;


e) vou dizer mais coisa sobre isso;


d) vou escrever com outras palavras

Na revisão e edição os alunos fazem o movimento de:



planejar( avançar na produção do texto, criando, prevendo, antecipando;


revisar (verificar o que ocorreu, comparar e julgar). EX.“isto não está claro, não é suficiente”, o que o levaria a “reelaborar de forma mais clara”.
ATIVIDADE

 
Leitura do Ampliando nossas referências,páginas 122 e 123.



Criar, planejar, produzir e revisar um texto.ver desenvolvimento em anexo.